segunda-feira, agosto 02, 2004

com a pélala branca do malmequer amarelo pintei o dia




veio o dia sem idade
que arrasa sem cor
os movimentos dos dedos

da janela
uma estrela na profunda escuridão

o frio trai
sorvido nas sombras

espírito
alma
misturados no sal da vida

sopro árido
rumor de marés invisíveis

um mar terno e doce
embriagado de mistérios

branco, nobre
realçando sentimentos

o cheiro que sinto
num
desejo de amar


onda

1 comentário:

Anónimo disse...

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  abril desfolhado a tela já não é sinfonia nem as aves gritam como qualquer papoila num campo distante não há forças para sonhar ...